24 de set. de 2012
Terça Lúdica Marionetes de Praga
A Caleidoscópio Brincadeira e Arte, juntamente com a Terra à Vista, que trouxe ao Brasil a exposição Gepetos de Praga, tem o prazer de convidar para a Terça Lúdica Marionetes de Praga, com artista tcheco Pavel Truhlář .
Para quem quer participar da brincadeira de transformar madeira em bonecos animados, esta é uma oportunidade ao alcance de todos, tenham ou não habilidade em esculpir.
Terça Lúdica Marionetes de Praga
Dia 02 de outubro, das 19hs – 22hs
R. Dr. Cícero de Alencar, 69 - Butantã - SP
Inscrições pelo site: www.caleido.com.br
abraços,
Adriana Klisys
Obs. Conheçam melhor do trabalho de Pavel Truhlář visitando a exposição lúdica e interativa sobre a arte e a tradição secular de confecção e manipulação de marionetes na República Tcheca na CAIXA Cultural SP, de 29 de setembro a 02 de dezembro de 2012.
Para quem quer participar da brincadeira de transformar madeira em bonecos animados, esta é uma oportunidade ao alcance de todos, tenham ou não habilidade em esculpir.
Terça Lúdica Marionetes de Praga
Dia 02 de outubro, das 19hs – 22hs
R. Dr. Cícero de Alencar, 69 - Butantã - SP
Inscrições pelo site: www.caleido.com.br
abraços,
Adriana Klisys
Obs. Conheçam melhor do trabalho de Pavel Truhlář visitando a exposição lúdica e interativa sobre a arte e a tradição secular de confecção e manipulação de marionetes na República Tcheca na CAIXA Cultural SP, de 29 de setembro a 02 de dezembro de 2012.
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Vídeo Terça Lúdica Sonoridades do Mundo com Magda Pucci
Sansa Kroma
Nena yo
Keke kokomba
Sansa Kroma
Nena yo
Keke kokomba
Sansa Kroma
Nena yo
Keke kokombaSansa Kroma
Eagle!
Once a flock of chicks’ mother died;
Another came along,
Snatched the little orphan chicks,
And provided for them…
http://eritajkreol.blogspot.com.br/2011/03/
Sansa : A name
Kroma : Hawk
Ne na wuo : You were orphaned
O kye kyer : Orphan
Nko ko MBA : To snatch up chicks
Read more:
http://wiki.answers.com/Q/What_does_sansa_kroma_ne_na_wou_o_kye_kyer_nko_ko_MBA_mean
_kye_kyer_nko_ko_MBA_mean#ixzz25Rqykfbj
It is to be entrepretated as a children's song used to comfort the
children from Ghana. It basically says, you're lucky you are not an
orphan. And you are lucky someone feeds you, and you don't have to
fend for yourself. It is a very lovely and entertaining song.
3 de ago. de 2012
Será um prazer receber quem fez parte da história da Caleidoscópio e quem gostaria de conhecer um pouco deste percurso de vida!
Palestras Lúdicas - Sempre das 19:30 às 21:30hs8 de agosto (4a feira): Ambientes lúdicos para crianças de 0 a 3 anos
13 de agosto (2a feira): Organização de ambientes lúdicos para o faz de conta
23 de agosto (5 a feira): O Brincar no parque e nos espaços públicos
29 de agosto (4a feira): Brincar em todas as idades
R Cícero de Alencar, 69 (próximo ao metrô Butantã)
Inscrições pelo site: www.caleido.com.br
55 11 3726 8592
55 11 99659 6382
2 de ago. de 2012
19 de jun. de 2012
Jogo da Onça ( Estadinho)
[Clique na imagem p/ ampliá-la]
"O Jogo da Onça é o único jogo de tabuleiro difundido entre parte da população indígena brasileira de que se tem registro. Conheci-o por meio da pesquisa “Jogos Indígenas do Brasil”, promovida pela Origem , que identificou as seguintes etnias Indígenas detentoras do jogo: os Manchineri, no Acre; Guaranis, na Ilha do Cardoso (sul do Estado de São Paulo); Bororos, no Mato Grosso. Logo na sequência, compartilhando esse jogo com os grupos com os quais trabalhava, acabei descobrindo que parte dos Ticunas, da Amazônia, e algumas pessoas do Pará e Sul de Minas o conheciam. Em geral, jogavam em tabuleiros riscados no chão, usando sementes ou pedras como peças.
Embora seja um jogo difundido pela população indígena nacional, não podemos considerá-lo genuinamente brasileiro, já que sua estrutura provém da família de jogos da Índia e do Sri Lanka, conhecida como "cordeiros e tigres". Estes, por sua vez, são jogados em tabuleiros muito parecidos com o milenar alquerque. Vê-se, portanto, que essa família de jogos é internacional, tem membros em diversos cantos do mundo. Provavelmente os índios brasileiros já o conheciam antes do descobrimento, por intermédio dos incas, no Peru, que tinham um jogo similar, com o nome de "puma e carneiros".
A peculiaridade desse jogo para dois participantes é que os adversários disputam em condições diferentes: um é o mais forte (onça), porém está em menor número (apenas um), e outro é mais fraco (cachorros), mas está em maior número (catorze).
O objetivo da onça é capturar cinco cachorros, e o dos cachorros, imobilizar a onça, cercando-a de forma que não tenha saída.
Inicia-se o jogo com os cachorros dispostos nas intersecções das três primeiras linhas horizontais da base do tabuleiro, opostas ao triângulo do extremo superior, e a onça na intersecção central, ladeada por dois cachorros à direita e dois à esquerda. Os dois jogadores podem andar uma casa de cada vez, escolhendo qualquer um dos pontos adjacentes do tabuleiro.
A onça realiza a captura do cachorro cada vez que salta sobre eles, retirando a peça saltada do tabuleiro. Pode, como na dama, realizar saltos duplos ou triplos. Os cachorros imobilizam a onça quando esta não tem mais para onde ir.
Esta é uma dentre as tantas versões de regras da família de jogos Cordeiros e Tigres. O bonito neste jogo, e em todos os outros, é compartilhar as regras ou, em determinados contextos, desobedecê-las deliberadamente a elas, dando origem a outras jogadas. O livre desfrute do jogo e a permeabilidade que ele tem às mudanças é que o mantêm vivo. Afinal, não faz parte da vida a flutuação das regras?
A pergunta: “vamos jogar?” soa como um convite: - vamos inventar novas regras? Ou para recuperar as antigas e inventar as futuras. E assim concebemos novos jogos. "
( Trecho do livro: Quer Jogar? Edições Sesc SP - Adriana Klisys e Carlos Dala Stella)
Embora seja um jogo difundido pela população indígena nacional, não podemos considerá-lo genuinamente brasileiro, já que sua estrutura provém da família de jogos da Índia e do Sri Lanka, conhecida como "cordeiros e tigres". Estes, por sua vez, são jogados em tabuleiros muito parecidos com o milenar alquerque. Vê-se, portanto, que essa família de jogos é internacional, tem membros em diversos cantos do mundo. Provavelmente os índios brasileiros já o conheciam antes do descobrimento, por intermédio dos incas, no Peru, que tinham um jogo similar, com o nome de "puma e carneiros".
A peculiaridade desse jogo para dois participantes é que os adversários disputam em condições diferentes: um é o mais forte (onça), porém está em menor número (apenas um), e outro é mais fraco (cachorros), mas está em maior número (catorze).
O objetivo da onça é capturar cinco cachorros, e o dos cachorros, imobilizar a onça, cercando-a de forma que não tenha saída.
Inicia-se o jogo com os cachorros dispostos nas intersecções das três primeiras linhas horizontais da base do tabuleiro, opostas ao triângulo do extremo superior, e a onça na intersecção central, ladeada por dois cachorros à direita e dois à esquerda. Os dois jogadores podem andar uma casa de cada vez, escolhendo qualquer um dos pontos adjacentes do tabuleiro.
A onça realiza a captura do cachorro cada vez que salta sobre eles, retirando a peça saltada do tabuleiro. Pode, como na dama, realizar saltos duplos ou triplos. Os cachorros imobilizam a onça quando esta não tem mais para onde ir.
Esta é uma dentre as tantas versões de regras da família de jogos Cordeiros e Tigres. O bonito neste jogo, e em todos os outros, é compartilhar as regras ou, em determinados contextos, desobedecê-las deliberadamente a elas, dando origem a outras jogadas. O livre desfrute do jogo e a permeabilidade que ele tem às mudanças é que o mantêm vivo. Afinal, não faz parte da vida a flutuação das regras?
A pergunta: “vamos jogar?” soa como um convite: - vamos inventar novas regras? Ou para recuperar as antigas e inventar as futuras. E assim concebemos novos jogos. "
( Trecho do livro: Quer Jogar? Edições Sesc SP - Adriana Klisys e Carlos Dala Stella)
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